— Você está mentindo! Minha mãe pode ter sido muitas coisas, mas assassina não é uma delas.
Ela não queria aceitar e eu não podia julgá-la, não tinha feito nada para que acreditasse em minhas palavras, para que confiasse em mim. No lugar dela a última coisa que faria seria acreditar em mim.
— Não tenho motivos para mentir sobre isso, se estivesse inventando uma mentira para te manter aqui poderia só falar da cerimônia, do seu pai ou até mesmo que a deusa da lua nos escolheu. Porque precisaria chamar sua mãe de assassina quando nem mesmo a conheci?
Alina sacudiu a cabeça em negação enquanto eu a puxava de volta para a cama, a colocando sentada à minha frente, mas mantendo minhas mãos em sua cintura.
— Eu não confio os anciões, eles me odeiam, nunca me quiseram aqui. Porque não inventariam qualquer coisa? Podem ter criado toda essa história fantasiosa para fazer você me odiar ainda mais, me colocando para fora, e deu certo.
— Não é isso…
— Depois daqueles dias juntos eles sabiam que ter