NIKOLAI VOLKOV
Já estava me direcionando, determinado a subir e enfrentar o furacão de dor e perguntas que era Angeline, quando a voz grave de Dmitri cortou o silêncio do hall.
— Pakhan. Precisamos conversar. Agora.
Maldição. Virei-me, o rosto um músculo contraído. Dmitri não me interromperia por algo trivial, não nesta hora, não com a tensão do jantar ainda pairando no ar e a dor dela ecoando em mim.
— O que há de tão importante? — perguntei, minha voz mais áspera do que pretendia. Mas sabia