CAPÍTULO 139

NIKOLAI VOLKOV

O carro cortava a noite em velocidade absurda, as luzes da cidade borradas além dos vidros. Eu não via nada além do rosto pálido de Angeline contra meu peito, seus lábios quase transparentes, a respiração tão fraca que mal movia o peito.

De repente, seu corpo amoleceu completamente.

— Angeline? — chamei, apertando-a contra mim. — Angeline!

Ela não respondeu. Seus olhos estavam fechados, sua pele fria.

— Ela está morta?! — gritei, a voz rouca de pavor, os olhos fixos no médico qu
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