Débora, com o rosto corado devido à droga que havia sido administrada, estava à mercê dele, incapaz de resistir, mesmo que quisesse.
No entanto, sua consciência ainda estava clara. Ela sentia a mão pegajosa de Luís acariciando seu braço, repugnante como a língua de uma serpente venenosa.
Luís ficou surpreso ao ouvir a porta se abrir e ver que era Charles quem estava entrando. Ele ficou nervoso e instintivamente bloqueou o rosto de Débora.
Mas, pensando melhor, Charles estava sozinho, e um homem