MATTEO MANCINI
Minha saída da empresa foi um espetáculo à parte, digno de um filme de ação com direito a trilha sonora de flashes. Os paparazzi pipocavam como fogos de artifício em uma noite escura de verão, cada clique uma explosão ofuscante que me cegou momentaneamente. Era um bombardeio visual, uma invasão à privacidade que me fazia sentir exposto, vulnerável, como um animal encurralado sob os holofotes. Instintivamente, meus dedos se fecharam em torno da mão de Alexia, uma atitude proteto