22. Desejo e dever.
William Carter
Com a caneta em mãos e sentado no escritório da construtora eu massageei as minhas têmporas.
Estava com raiva, e quando a raiva me consumia eu sentia vontade de explodir.
Arremessei um vaso de vidro contra a parede, o que chamou atenção da secretária que entrou assustada na sala.
" Aconteceu alguma coisa, senhor Carter?"ela perguntou assustada."
"Não, mas já que está aqui sem ser chamada, limpe", ordenei."
Na verdade, havia sim algo que estava me irritando: Ann