POV: Ayra
Seguimos pela floresta em um silêncio que não era exatamente confortável, mas também não era hostil. Os galhos rangiam acima de nós, o farfalhar das folhas denunciava pequenos animais se movendo à noite. A cada passo, o som dos tambores na vila se tornava mais distante, substituído pelo canto suave dos grilos.
Aruk caminhava à frente, atento, os olhos percorrendo o chão e as árvores como se lesse sinais invisíveis para mim. Eu tentava imitar sua atenção, mas era difícil ignorar o pe