“K–Camilla?” A voz de Kane falhou — um som que ninguém na alcateia jamais havia ouvido dele.
Ela deu um passo trêmulo à frente, os olhos brilhando. “Sim… sou eu, irmão.”
Kane recuou como se tivesse levado um golpe. “M–mas… você estava morta.” As palavras saíram roucas, incrédulas, e pela primeira vez Maya o viu despido de sua habitual frieza. Seus punhos, sempre firmes, tremiam ao lado do corpo.
“Eu nunca morri, Kane,” sussurrou Camilla, a voz quebrando de alívio. Ela virou a cabeça e apontou p