“K–Camilla?” A voz de Kane falhou — um som que ninguém na alcateia jamais havia ouvido dele.
Ela deu um passo trêmulo à frente, os olhos brilhando. “Sim… sou eu, irmão.”
Kane recuou como se tivesse levado um golpe. “M–mas… você estava morta.” As palavras saíram roucas, incrédulas, e pela primeira vez Maya o viu despido de sua habitual frieza. Seus punhos, sempre firmes, tremiam ao lado do corpo.
“Eu nunca morri, Kane,” sussurrou Camilla, a voz quebrando de alívio. Ela virou a cabeça e apontou para a curandeira sentada silenciosamente entre os membros da alcateia. O sorriso sereno da mulher confirmava a verdade. “Ela me salvou.”
O peito de Kane subia e descia rapidamente. “Quer dizer… você estava lá? Quando fui hoje?”
“Sim,” respondeu Camilla suavemente. “Mas você não me notou.”
Antes que Kane pudesse dizer mais alguma coisa, ela passou por ele. Seus passos aceleraram até que chegou ao lado de Gavin. Ele jazia imóvel, respirando com dificuldade, o rosto pálido. Camilla caiu de joelhos,