(Ponto de Vista de Elara)
Logo depois, ele puxou Juliette para os braços e escondeu o rosto dela contra o próprio pescoço. Eu estava perto o bastante para ouvir tudo o que ele sussurrava para ela, mas jamais repetiria aquelas palavras. Eu conhecia bem aquela sensação de impotência, de ver o próprio companheiro machucado sem conseguir fazer nada para ajudar, e não desejava aquilo nem para o pior inimigo. Ainda assim, meu peito apertou ao ver Juliette completamente imóvel nos braços dele. Então se