Mundo ficciónIniciar sesiónPOV: AIRYS
O rugido dele ecoou alto, misturado a um grunhido de dor. As veias escuras pulsaram em seu pescoço, o corpo se contorceu. Ele bateu as garras contra o chão, abrindo fendas, e um gemido baixo escapou dos meus lábios quando o tremor me fez vacilar.
— Eu não vou te deixar! — gritei, a voz embargada pelo choro. — Escute, Daimon! Você é meu, e eu sou sua! A maldição não vai nos se







