“Moça!” Uma voz angustiada ecoou na escuridão.
“Moça! Por favor, acorde!”
Angelina sentiu seus ombros sendo sacudidos, tirando-a de um sono profundo do qual ela não queria mais acordar.
Lentamente, ela abriu os olhos pesados. A primeira coisa que viu foi a expressão preocupada de Irina. A empregada estava inclinada sobre ela, onde ela tinha desmaiado no dia anterior, ainda encostada na parede.
“Obrigada, Deus”, suspirou Irina quando viu seus olhos finalmente abertos. “Você está bem, moça? Quer