— Como... — a voz de Celina falha antes que consiga terminar a frase.
O rubor se espalha por suas bochechas como fogo, acendendo cada lembrança do que havia acontecido naquela noite, vivas e indomáveis, consumindo-a por dentro. Ela tenta afastar a mão de Dante da sua intimidade, mas ele não cede, não se move. Sua resistência é inútil.
Sua mente fazendo questão de lembra-la de tudo daquele momento com uma clareza quase cruel: do toque, o calor, o modo como se entregou sem resistir..., e mais do