O céu está encoberto por nuvens cinzentas quando Kaito desce do carro, as mãos nos bolsos e o capuz da jaqueta levantado para disfarçar o rosto. O cheiro da chuva ainda paira no ar, junto ao odor de terra revirada e um leve traço de sangue. Ele caminha pelas calçadas rachadas do bairro afastado, os olhos atentos a cada movimento, mesmo com a expressão de quem não está nem aí para nada.
Ele caminha, as casas ficando cada vez mais longe à medida que entra num terreno afastado.
A casa indicada por