Amélia respirou fundo diante da porta de madeira escura do escritório. A textura polida refletia seu próprio rosto ansioso, e ela se pegou endireitando a blusa pela terceira vez. Já fazia dias que ensaiava mentalmente aquele pedido e, mesmo assim, seu coração parecia prestes a saltar do peito. Não era medo, era vergonha. Vergonha de ter que pedir alguma coisa ao seu chefe.
Do outro lado, Damian a observava pela única câmera que Amélia sabia existir dentro da mansão. Uma câmera que, para ela, faz