A mansão Bennet-Hart estava silenciosa naquela tarde nublada de Londres. As janelas altas deixavam entrar uma luz cinzenta que tingia a sala com um ar quase melancólico, ou talvez fosse apenas a expressão de Catherine, sentada no sofá, as mãos entrelaçadas no colo.
Fiona entrou como um furacão, os saltos ecoando pelo mármore.
— Cat, pelo amor de Deus, você me chamou com a voz mais dramática do século. — Largou a bolsa, empurrou o cabelo para trás e se sentou ao lado dela. — O que aconteceu? Você