Simon Kaelen
Helena era digna de fazer qualquer homem perder completamente o sentido. Ela sabia disso. Sabia tanto que nem parecia se importar com o alarme do elevador, que apitava sem parar há tempos, trancado pela nossa presença no hall da cobertura.
De repente, ela me socou o peito. Olhei em volta por um segundo, tentando recobrar o juízo, mas era impossível: ela se esfregava em mim, roçava sem pudor algum, montada no meu quadril. A calça fina que vestia mal escondia a umidade absurda da sua