Helena Aris
Victor mal tinha me beijado, e a lentidão dele estava me matando. Eu queria mais, muito mais. A febre no meu sangue queimava como fogo líquido, devastando qualquer resquício de juízo. Quando ele pós a mão no meu peito, ofegante e assustado, segurei o pulso dele e o puxei pelo braço sem pedir licença. Beijei sua boca de forma sôfrega, descendo os lábios pelo seu pescoço, chupando a sua pele. Era uma delícia sentir a temperatura da carne dele, embora ele mal se movesse, paralisado, n