Eu saí apressado do quarto com Helena nos braços. Não me senti exatamente preocupado, eu não me permitia sentir isso por ela, mas sim aflito. Havia sangue espalhado pelo chão do quarto, e até na cama de onde a funcionária tinha acabado de remover os lençóis. Quando Dante encostou o carro, eu já cruzava o estacionamento subterrâneo a passos largos.
— Calma, Kaelen... Eu não sei por que estou sangrando tanto, mas não tente me matar. — ela murmurou contra o meu peito, a voz fraca, mas ainda carreg