Ordenei aos meus homens que carregassem o velho para o sótão da mansão Kaelen. Sem brutalidade excessiva por enquanto. O miserável ficaria lá, encarando as paredes frias na penumbra, mofando em castigo por algumas horas enquanto o silêncio e o medo do desconhecido se encarregavam de destroçar sua sanidade.
Eu precisava ir devagar com ele; a tortura psicológica devia anteceder qualquer violência física. Afinal, da última vez em que mantive alguém preso naquele porão, a fúria me cega de tal forma