- Tem certeza de que não quer que eu entre com você? – Luca pergunta, quando ainda estamos parados do lado de fora do cemitério.
Eu já tinha tentado sair umas três vezes, mas ele mantinha a porta do carro travada, provavelmente achando que, de alguma forma, aquilo poderia não ser uma boa ideia.
- Tenho... – respondo, por mais que não tivesse. – Só me espera aqui, tá? Vai ficar tudo bem. Prometo!
Cemitérios não significavam “o começo” para muitas pessoas. Eram sempre o fim. O fim de uma vida,