— Não te devo explicações.
— Eu sei. — Pausa. — Mas isso não impede que eu veja.
Darya cruzou os braços.
— Ver o quê?
Ele olhou diretamente para ela.
— Que quando ele liga… tu sais daqui. — A frase não foi acusação. Foi constatação. Darya não respondeu. — Estávamos aqui — continuou ele — e de repente deixaste de estar.
— Isso não é justo.
— Não disse que era.
— Ele faz parte de algo importante — disse ela.
— De quê?
Darya hesitou.
— Se eu te disser… isto muda.
— Já mudou