Lívia percebeu que algo estava errado antes mesmo de abrir o celular.
O silêncio da manhã parecia diferente. Mais pesado. Como se o ar estivesse carregado de expectativa ruim. Ela acordou com um aperto no peito, desses que não se explicam, apenas se sentem.
Sentou-se na cama devagar, respirando fundo.
O telefone vibrava sem parar sobre o criado-mudo.
Mensagens. Muitas.
Ela pegou o aparelho com receio, o coração acelerando a cada notificação que surgia na tela.
Ana: “Você está bem?”
Número desco