Os raios de sol passavam pelas portas da varanda e, sem encontrar resistência na fina cortina translúcida, incidiam sobre o corpo de Paulina, despertando-a aos poucos. Preguiçosamente, esticou-se para o lado em busca do aconchego dos braços e corpo de Simon, mas ele não estava ao alcance de seus braços. Abriu um único e sonolento olho, constatando que ele não estava na cama. O barulho de água indicava que ele estava no banho e a embalou de volta para o mundo dos sonhos.
— Bom dia, meu amor! — S