Tyler voltou para a cabine com o carrinho vazio.
Cada passo até lá foi medido. Controlado. Ensaiado.
Quando entrou, fechou a porta com calma excessiva, como se estivesse apenas encerrando um dia comum. O quarto parecia menor do que nunca. Limpo demais. Silencioso demais.
Ele parou no meio do espaço.
O cheiro metálico ainda estava ali — leve, quase imperceptível — mas suficiente para fazer o estômago se contrair. Tyler caminhou até a varanda e abriu as portas para deixar o ar entrar. O vento inv