O carrinho avançava devagar demais.
Tyler mantinha as mãos firmes na barra metálica, os ombros alinhados, o rosto neutro. Não podia parecer apressado. Não podia parecer tenso. Não podia parecer absolutamente nada além de um hóspede que, por alguma razão trivial, estava lidando com roupa de cama.
O corredor principal estava mais movimentado agora.
Uma mulher passou por ele falando ao telefone. Um casal discutia sobre o horário do jantar. Um funcionário empurrava outro carrinho no sentido oposto.