O navio continuava se movendo como se nada tivesse acontecido.
Era isso que mais perturbava Tyler.
As luzes seguiam acesas, as portas se abriam e fechavam, o som distante de música vinha de algum andar superior. A vida seguia com uma normalidade obscena enquanto ele permanecia parado, as mãos ainda agarradas ao carrinho, tentando entender como tinha chegado àquele ponto.
Ele respirou fundo, uma, duas vezes, forçando o corpo a obedecer.
— Anda — murmurou para si mesmo. — Anda agora.
Empurrou o c