Jane percebeu que não era mais uma coincidência quando, pela terceira quinta-feira seguida, acordou com a sensação de que o dia já estava marcado.
Não havia combinado nada. Não havia mensagens. Ainda assim, às quatro e meia da tarde, ela já sabia que iria ao café.
O mesmo casaco. A mesma bolsa. O mesmo caminho.
Ela tentou convencer a si mesma de que aquilo não significava nada. Pessoas criam hábitos o tempo todo. Professores vivem de rotina. Crianças precisam de previsibilidade. Era isso. Só is