Cap 36 Sequestrada.
EULÁLIA
Antes que eu caísse, ele pegou-me pela cintura e me imobilizou, uma mão em minha boca para abafar meus gritos.
— Perdão... — sussurrou no meu ouvido, o pesar quase sincero.
“Perdão para quem, seu idiota? Para quem pede isso?” Da minha boca só saíam resmungos incompreensíveis.
Tentei mordê-lo e lutei como pude, torcendo meu corpo, cravando as unhas em sua pele, mas Ciro parecia mais forte e obstinado que da última vez.
Carregou-me até a janela quebrada e pulou, me fazendo gritar, nã