Uma noite, não muito depois do quinto aniversário de Cara, estou no nosso quarto, arrumando enquanto Donovan leva Cara para correr. De repente, sinto uma presença e me viro, pronta para lutar, com as garras à mostra. Assim que vejo a mulher, eu ofego e minhas garras recuam.
Ela é linda, quase brilhando. Está vestindo um vestido branco até o chão. Está descalça e seu cabelo cai longo e liso pelas costas e sobre os braços.
“Mãe.” Andra diz, inclinando a cabeça em submissão.
“Olá, minha filha. Vejo