— Você, você… — Marcos tremia, mal conseguia completar a frase, somente assistindo impotente enquanto Rubem e Mônica se afastavam. Sua garganta se encheu de sangue, que jorrou em um espasmo.
— Marcos. — Virgínia rapidamente correu para ajudá-lo. — Você está bem?
— Esse maldito! — O peito de Marcos se ergueu e caiu pesadamente. Ele viveu por décadas e, agora, um filho adotivo o havia levado a esse ponto, fazendo com que seu segundo filho perdesse um braço.
Virgínia sussurrou: — Você sabe o quanto