Mundo ficciónIniciar sesiónEra quase meia-noite quando parei em frente à casa dele.
Não avisei. Não planejei. Simplesmente peguei as chaves do carro e dirigi até lá, movida por um desespero que não conseguia mais controlar.
Porque precisava ouvi-lo dizer.
Precisava que ele olhasse nos meus olhos e me dissesse que não me amava. Que nunca me amou.
Porque talvez assim — só assim — eu conseguiria seguir em frente.
A casa estava iluminada. Vi o carro dele na garagem.
Respirei fundo e desci do carro. Caminhei até a porta. E toquei a campainha.
Esperei.
O coração batendo tão forte que parecia que ia explodir.
E então a porta se abriu.







