Quando o destino escreve e você escolhe escrever por cima.
THIAGO OLIVEIRA VANDERBILT
Eu subi no ônibus com a mala numa mão e a promessa na outra.
Promessa pesa mais. Sempre pesou.
O motor roncava como um bicho velho, acostumado a engolir quilômetros e devolver gente diferente do que entrou. Eu escolhi a poltrona do lado da janela. Não por conforto. Por necessidade. Eu precisava ver a cidade ficando para trás. Eu precisava ver a poeira do bairro sumindo no retrovisor do mundo.
Sapopemba não é u