Araziel sentiu o peito apertar — um aperto que não era raiva, nem frustração.
Era algo que ele não sabia nomear desde a adolescência.
Ele se inclinou levemente para frente, apoiando os antebraços nas pernas.
— Você me teve ontem — disse, firme, mas sem dureza. — E tem agora.
Nyana encarou ele de novo.
Os olhos azuis mais claros na penumbra.
— Foi estranho… — ela admitiu. — Eu deveria ter ficado com medo, eu acho. Mas… quando você chegou… — ela apertou os joelhos, procurando palavras. — …eu só s