Nyana apoiou a mão na borda da pia por um instante, respirando lentamente, tentando compreender o próprio corpo que ainda parecia estranho a ela. A luz branca do banheiro era suave, mas feria-lhe os olhos como se fosse intensa demais.
Ela ligou o chuveiro. O som da água encheu o espaço imediatamente — quente, contínuo, constante —, um véu perfeito para tudo o que pudesse acontecer ali dentro.
Não entrou de imediato. Permaneceu parada, olhando para as próprias mãos por alguns segundos, como se n