O relógio marcava 16:41 quando o som cortou o silêncio do andar:
ding
O elevador.
Araziel levantou o rosto lentamente.
Ninguém deveria subir ali. Não naquele horário. Não num sábado. Não sem aviso.
Passos ecoaram pelo corredor de piso polido — passos ritmados, firmes, decididos. Não eram de funcionário. Eram… livres demais.
Nyana ergueu os olhos apenas o suficiente para acompanhar o movimento periférico — e reconheceu imediatamente.
— Cassandra — disse, calma.
E lá estava ela.
Cassandra entrou