Bryan ainda podia sentir o fluido que saía de sua vulva, o que lhe deu facilidade para enfiar um dedo.
— Mais rápido! — a voz baixa pediu.
A mão se movia com maestria em seu clitóris, aquecendo sua carne sensível ao ponto de excitá-la outra vez. Os dentes pequenos cravaram em sua omoplata com suavidade, como se ele fosse um vampiro, sugando toda a paixão que emanava de seu corpo.
O toque incessante dos dedos em forma de "V" deixava-a à mercê de mais outro orgasmo, mas ela estava quente e conv