O auditório principal da Conferência Internacional parecia uma arena de vidro e aço suspensa sobre o horizonte de Manhattan. Mais de quinhentos analistas de risco, representantes de fundos soberanos e jornalistas especializados em economia ocupavam as poltronas semicirculares. No centro do palco, uma imensa tela de projeção de ultra-alta definição exibia o logotipo dourado da Atlas Infraestrutura.
Artur Albuquerque assistia a movimentação a partir da primeira fileira, com o semblante rígido e os