A consagração do Estúdio H como uma federação de cooperativas ecoou muito além dos limites da metrópole paulistana. A notícia de que uma comunidade urbana havia assumido o controle de sua própria infraestrutura hídrica e energética subiu as bacias hidrográficas do país, cruzando fronteiras biológicas até alcançar o coração da floresta. Naquela manhã de terça-feira, o pavilhão ferroviário abriu suas portas para receber uma comitiva singular: lideranças ribeirinhas e defensores ambientais vindos