O pátio de manobras do pavilhão ferroviário parecia uma pequena conferência diplomática na manhã daquela quinta-feira. O zunido familiar das extrusoras e o brilho dos painéis solares orgânicos serviam de pano de fundo para a recepção de duas das maiores autoridades mundiais em eficiência energética: a comissão de transição ecológica do governo da Alemanha e os diretores do Instituto de Tecnologia Avançada de Tóquio. Durante décadas, os engenheiros brasileiros viajavam para o hemisfério norte pa