Amélia
Ela não conseguia desviar os olhos do corpo de seu amigo lutando para respirar. Não viu Ícaro se aproximar e prendê-la contra a parede. Só despertou do transe quando sua boca foi esmagada sob a dele.
Seus lábios possessivos a invadiu, punindo com rigor seus lábios. Amélia sentiu seus pulsos formigarem de tanta pressão do aperto das mãos de Ícaro, que os mantinham acima de suas cabeças.
Queria focar no homem machucado no chão de sua sala, mas tudo o sentia agora remetia a alívio, e sau