Celina leu o segundo cancelamento sem piscar.
O celular ainda na mão, a mensagem aberta, o nome de uma das convidadas mais importantes aparecendo logo acima de um texto educado demais para ser verdadeiro. Compromissos de última hora, imprevistos, pedidos de desculpa. Sempre a mesma desculpa quando ninguém queria se comprometer com o lado errado.
E aquilo… não era coincidência.
Ela não respondeu. Não precisava. Já tinha entendido.
A terceira mensagem chegou logo depois.
Depois a quarta.
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