O setor central parecia respirar.
Não como um lugar vivo.
Mas como um sistema que acabara de ser ativado por completo.
A luz da cadeira pulsava em ciclos lentos, e o símbolo projetado na tela havia se expandido até ocupar quase toda a visão. Agora não havia mais distinção clara entre parede, projeção e espaço. Tudo parecia parte da mesma estrutura.
Valentina estava imóvel.
Leonardo também.
Mas a imobilidade dos dois não era igual.
Ela era choque.
Ele era reconhecimento.
O sistema manteve o silê