O nome do segurança ainda pairava no ar.
Agora havia um rosto.
Uma ligação direta.
E um ponto de partida.
Valentina fechou a porta do escritório com cuidado.
— A gente não pode agir impulsivamente.
Leonardo estava de pé, olhando o relatório no celular.
— Eu sei.
— Se ele estiver mesmo envolvido… não está sozinho.
— Também sei.
Silêncio.
Mas controlado.
— Então a gente precisa fazer isso direito — disse ela.
Ele levantou o olhar.
— O que você sugere?
Valentina se aproximou da mesa.
— A gente mon