“Vim ver o Mac Harlow.”
A voz de Marshall atravessou a recepção do jeito que sempre atravessava. Tranquila. Sem pressa. A voz de um homem que nunca, em toda a vida, duvidara de que as portas se abririam para ele.
Cloe estava parada junto ao elevador e não se moveu.
Tinha ouvido as palavras de Paul trinta segundos antes, e toda parte sensata dela dizia: entre no elevador, suba, deixe o Mac resolver isso. Essa era a coisa inteligente a fazer. A coisa contida.
Mas os pés dela não se moveram, e as