“Sra. Vane. Minha cliente exige a sua assinatura em três documentos antes do fim do expediente hoje.”
A mulher parada na recepção tinha algo entre quarenta e poucos anos, terno cinza, uma pasta de couro sob o braço, e a quietude específica de quem é pago para deixar os outros desconfortáveis. Ela estendeu um cartão de visita entre dois dedos.
Cloe não pegou.
“Sua cliente,” Cloe disse, “pode esperar.”
“Sra. Vane, recomendo fortemente que a senhora não—”
“Já ouvi da primeira vez.” Cloe manteve a