A biblioteca da Mansão Albuquerque era o cenário perfeito para um interrogatório: paredes forradas de livros antigos, janelas altas e uma porta de carvalho maciço com uma fechadura robusta.
Era quarta-feira à tarde. Ricardo estava em uma reunião com investidores japoneses. Julian estava na Fundação. A casa estava silenciosa.
Clara, Bia e Sofia estavam sentadas ao redor da mesa de estudos. Livros de história estavam abertos, mas Clara não estava lendo sobre a Revolução Francesa. Ela estava lendo