A van preta da Fundação estacionou na entrada de serviço da Mansão Albuquerque às 10:00 da manhã de sábado.
Quando as portas se abriram, Pedro, Bia, Lucas, Sofia e Ana desceram, olhando para a fachada imponente da casa com um misto de reverência e terror. Para jovens da periferia, aquele lugar não era uma casa; era um cenário de novela.
Julian estava lá para recebê-los, vestindo uma camisa polo casual para diminuir a formalidade.
— Bem-vindos, equipe — ele disse, sorrindo para acalmar os nervos