Ísis não levou o erro para fora.
Ninguém viu.
Ninguém comentou.
Ninguém percebeu.
Mas isso não significava que não existia.
Ela chegou em casa mais tarde do que o habitual, mantendo a mesma postura externa de sempre, sem demonstrar alteração no ritmo ou na presença. O corpo ainda respondia. A mente ainda operava.
Mas algo estava diferente.
E ela sabia.
O silêncio daquele espaço não trouxe organização.
Trouxe peso.
Ela deixou a bolsa sobre a mesa sem olhar e caminhou lentamente até a janela, rep