Capítulo 50 — O que nunca foi coincidência
Ísis não acreditava mais em acontecimentos isolados. Nos últimos dias, cada avanço, cada resistência e cada reação haviam se encaixado com precisão suficiente para eliminar qualquer espaço para ingenuidade. Nada ali era acaso. Nada tinha surgido do nada. O que ela estava vivendo agora não era o início de uma história, mas a continuação de algo que já existia muito antes de ela perceber.
Essa percepção não veio de uma única informação.
Veio do acúmulo.