Ponto de vista de Mia
A primeira coisa que notei foi o algodão macio contra minha bochecha, ainda úmido de lágrimas. Por um momento, mantive meus olhos fechados, sentindo o calor da luz do sol da manhã no meu rosto. Meu corpo doía, pesado de exaustão, mas minha mente parecia estranhamente clara — mais clara que ontem.
A mamãe precisava de mim. Ela estava lutando pela vida naquela cama de hospital, cercada por máquinas apitando e paredes estéreis. Não podia desmoronar. Não agora. Não quando ela